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sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

Coração Sinuoso

Passo as noites em claro e os dias no escuro
O pensar da minha mente, é o único barulho
Já o palpitar do meu coração, indica que eu nunca vivi em vão 

Lá fora já está claro, e aqui dentro também
Busco me convencer, que o passado me fez bem
Na esperança de que uns olhos claros, não mais me façam de refém 

Mas há de chegar, se já não chegou
O tempo que o meu amor, levantará vôo
A buscar o que o completa. Ignorando as linhas retas, que o meu coração torto detesta

quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

Armistício

Não, eu não tô bem...
Todo mundo sabe, mas o que é que tem?
O que é que não tem?
Não tem ninguém, ninguém se importa também
E fingir não me será indolor, e sim mais dolor
No quesito amor, nem sei como estou, nem sei onde estou
Não sei quem sou, não sei quem me deixou
Nem sei aonde meus pedaços ficaram

Da minha mente eu sou escravo, castigado
Com esses pensamentos eu fico mais atrasado
Estou aqui, imóvel e mais que sóbrio
E se me perguntarem novamente se estou bem, responderei ''estou'', ''você também?''

Se quiser uma mascára de felicidade, pegue na minha coleção, não irá fazer falta não
A minha não é mais um objeto, tornou-se parte de minha proteção
Ir e vir, a imaginar que apenas meu corpo se encontra aqui
Do coração não sei, da mente muito menos, se você os ver, me faça esse favor de sumir com os mesmos
Serão dores a menos
E por esse poema sem sentido, não me arrependo de ser negativo
Sempre estive comigo, e sempre estarei. 
Buscando algo que não encontrei