Passo as noites em claro e os dias no escuro
O pensar da minha mente, é o único barulho
Já o palpitar do meu coração, indica que eu nunca vivi em vão
Lá fora já está claro, e aqui dentro também
Busco me convencer, que o passado me fez bem
Na esperança de que uns olhos claros, não mais me façam de refém
Mas há de chegar, se já não chegou
O tempo que o meu amor, levantará vôo
A buscar o que o completa. Ignorando as linhas retas, que o meu coração torto detesta

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